sábado, 13 de agosto de 2011

O papel empreendedor das mídias sociais

O que se pode dizer do que a sociedade globalizada chama de interatividade? O mundo interligado pelas informações imediatas, tecnologias inovadoras em uma era contemporânea. A era da informatização que outrora foi chamada de tendência, na atualidade faz parte de todos os processos sociais, sejam eles de caráter pessoal ou corporativo. A chamada globalização aqui será tratada em um recorte, as chamadas redes sociais, twitter, Orkut, facebook e tantas outras não menos importantes. Quais as mudanças ocasionadas no comportamento das pessoas, das empresas, das relações através chamadas mídias sociais?


Um dos conceitos mais fortes dentro deste contexto é a interatividade, através da qual se processa as novas formas de se comunicar, que faz com que as informações partam de cidadãos, comuns criando uma linha contrária à teoria da Comunicação de Massa, feita para o todo e em via de mão única. O fato é que as mídias sociais cada vez mais, permitem uma troca de informação, além de estabelecer um networking amplo em todos os campos sociais.


Essas mudanças de comportamento têm tomado proporções significativas também nas empresas. Departamentos, como assessoria de comunicação, marketing, publicidade e propaganda e relacionamento, entre outros, vêm incorporando as novas mídias sociais em seus processos gerenciais e de atividades executivas. O que até pouco era enxergado com certa resistência por parte do mundo corporativo, atualmente passou a fazer parte de uma nova forma, através da qual as empresas estão se permitindo personificar cada vez mais sua atuação no mercado, principalmente focando no relacionamento com os clientes.


De acordo com pesquisas, as mídias sociais representam uma forma empreendedora e de grande assertividade para o mundo corporativo. No entanto como qualquer outro projeto, requer planejamento, foco, diretriz, objetivos específicos, e acima de tudo uma quebra de paradigmas para que toda a inovação faça parte de uma nova forma de se comunicar. Dentro deste processo, um dos pontos mais fortes é o relacionamento com o cliente. Essa interatividade cria aproximação e um tratamento diferenciado, que na atualidade faz toda a diferença no mundo competitivo. Mais do que tendência, as novas mídias socias se estabelecem como o ponto de partida para que toda essa mudança de comportamento se estabeleça definitivamente no mundo corporativo.

terça-feira, 5 de abril de 2011

O grupo folclórico Aruanda comemora seus 50 anos



O grupo folclórico Aruanda comemorou no ultimo sábado seu qüinquagésimo aniversário. O espetáculo, que fez parte do projeto “Aruanda circula Belo Horizonte”, foi realizado em um palco montado em plena Praça da Liberdade. A apresentação contou com a participação de 14 músicos e 64 dançarinos, que proporcionaram ao público uma viagem pelas regiões do Brasil, contado sua histórias e diversidades culturais. O espetáculo contou também com a participação do poeta mineiro, Gonzaga Medeiros que narrou as danças apresentadas, o que trouxe ao público a oportunidade de conhecer e rebuscar em sua memória, crenças, valores e tradições regionais.




Foto by: Gerson Parreiras Dança do Caiapó - origem indígena





Foi mais de uma hora de apresentação, que atraiu a atenção do público, tanto pela beleza quanto pela diversidade cultural trazida por meio das suas danças. Os ritmos, os estilos, os figurinos e a música mostraram a mistura étnica do país. Entre as danças apresentadas destacou-se o caiapó, de origem indígena, o carimbó, típica do norte brasileiro e o maracatu, dança de origem africana, que celebra a coroação do reis congos e homenageia a Nossa Senhora do Rosário. O grupo também apresentou outras danças como a dos “Vilões de facas” e da Festa do Rosário. Ao final das apresentações, o grupo foi aplaudido de pé pelo público que cantou parabéns pela comemoração dos 50 anos, liderados pelo poeta Gonzaga Medeiros.



A funcionária publica Solange Silveira, disse há muito tempo desejava conhecer o trabalho do grupo. “Fiquei muito grata quando minha amiga me convidou para assistir a apresentação do Aruanda. Estou encantada com o espetáculo”, declara. Para ela a cultura brasileira proporciona dentro da sua diversidade uma viagem pelos costumes. Para a bailarina e coreógrafa do grupo Dedete Mariano, o trabalho do grupo é uma oportunidade de manter vivas as tradições e as riquezas culturais do país.



Dedete, que faz parte do grupo ha 32 anos, fala do prazer de integrar o Aruanda. “Eu me sinto muito honrada e emocionada em fazer parte desta história, e de poder contribuir para preservar a cultura brasileira”, declara emocionada. Quem também não poupou o sentimento de orgulho, foi o diretor artístico do grupo Wagner Cosse. Para ele, o trabalho do Aruanda é o resultado de um compromisso com as tradições, os valores e as crenças de um povo. “Trazer para o palco um espetáculo como este, em que são preservadas as origens, é mostrar as riquezas culturais do nosso país, devolvendo a identidade nacional à sociedade.



Sérgio Cosse, diretor e presidente do grupo, falou sobre a dedicação para proporcionar um grande espetáculo. “Fazer parte do Aruanda é uma emoção constante e comemorar 50 anos sob minha gestão traz uma sensação confortável de missão cumprida” declara. Para o presidente, a morte do fundador do grupo, Professor Paulo Cesar Vale, que teria acontecido há 25 anos, um dia depois das comemorações oficiais, também é momento que marca a história do grupo. “São símbolos e emoções que fazem parte da nossa memória”, diz.



O grupo, que foi fundado em 1960, vem pesquisando, nos últimos 50 anos, elementos da cultura popular, tanto de Minas, quanto de todo o Brasil. Atualmente, são mais de cem danças pesquisadas e catalogadas, o que configura o grupo como um dos maiores representantes da cultura popular no país.


domingo, 20 de março de 2011

Mitos de um contemporâneo

As histórias sobre mitos acompanham a humanidade desde os primórdios dos tempos. As mais antigas, no entanto, surgiram com a formação das sociedades grega e romana, consideradas o berço da cultura das sociedades orientais. Desde a Grécia e a Roma antigas, a ligação do povo com as crenças e com os mitos são muito fortes. Contudo, a sociedade se manifestava como politeísta, ou seja, acreditava em vários deuses.


Faço referência à sociedade grega e romana, suas crenças, valores e cultura que se arrastaram por gerações e gerações, para ropor uma reflexão sobre o processo de evolução cultural de uma sociedade.


Se pensarmos hoje sobre a relação que os gregos e os romanos possuem com suas crenças, seus mitos, iremos nos deparar com uma relação histórica que ainda reverbera na contemporaneidade. Segundo os antigos, mito é um acontecimento ocorrido num tempo primordial, envolvendo seres sobrenaturais. Não se sabe ao certo quem os criou ou quando nasceram: fato é que passam e geração a geração, através do tempo, e da mesma forma vão se modificando. A reunião de vários mitos é o que se chama de mitologia.


Na atualidade, não mais se observa uma relação com os mitos, como costumava, inicialmente, acontecer. De toda forma, é válido pensar que todo processo social, de certa forma, é pautado por uma construção cultural. As raízes que proporcionaram ao homem desenvolver seus conhecimentos e estabelecer sua relação com a trascedentalidade foram também responsáveis por consolidação, o que permitiu escrever sua história.


Fato é é que o legado cultural nos proporciona nova leituras sobre as emoções. O ato também provoca um saudosismo do passado histórico, reconstruíndo o presente e projetando o futuro.

sábado, 5 de março de 2011

Direito de todos

Quando se fala em direito de todos, há uma amplitude de interpretações. O fato é que o artigo V da Constituição Federal Brasileira reza que todos são iguais perante a lei. E só para complementar o §1º da Constituição diz: As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. No entanto, o propósito aqui, definitivamente, não é detalhar a Constituição Federal Brasileira, nem tão pouco, dizer o que deve ou não permanecer. Contudo há que se provocar uma reflexão por parte da população, para que os cidadãos tenham plena consciência de seus direitos e deveres, e que a partir de então exerçam seus direitos de voto fazendo-se então cumprir a democracia.

Mas onde quero chegar afinal? O que me levou a pensar sobre tudo isso, e provocar uma reflexão talvez ainda maior, é o fato de me deparar com um crescimento diário de casos de crimes e violência em geral em Belo Horizonte. A capital mineira já esteve entre as melhores capitais do Brasil para se viver. E hoje? Ainda seria? Acompanhando as reportagens diariamente, foram constatados mais de quarenta casos de assassinatos e envolvimentos com tráfico de drogas na capital e região metropolitana nos últimos quinze dias. As evidências são claras: Belo Horizonte cresceu, mas com este crescimento veio também o que seria dispensável, os altos índices de violência. O que as autoridades têm feito para mudar esta realidade? Na verdade poderiam ter feito para evitar que se chegasse a tal ponto.

Ano de 2010, eleições para presidente, governadores, senadores e deputados. Discursos bem elaborados, eleitores mais “conscientes”. Neste processo um fato chamou minha atenção: falou-se muito em segurança pública. Para quem afinal? O que fica subtendido é que os nossos representantes não conhecem bem a fundo a nossa Constituição. Nas campanhas eleitorais, candidatos ao falarem em segurança pública, deixavam claro, e na realidade é isso que acontece: segurança para a classe média e classe média alta. O cidadão tem direito a educação, saúde, bem estar, moradia, segurança, liberdade de expressão e liberdade de ir e vir. Tem direito à dignidade. Mas para ter isso, ele não precisa ser de classe alta ou média alta, é o que reza o princípio de igualdade da Constituição.

Partindo deste ponto, pergunto: que tipo de segurança é oferecida para as famílias vítimas do tráfico de drogas? Que tipo investimento é feito em saúde, educação, infra-estrutura para estas pessoas? A verdade é que as próprias autoridades ignoram a grande parcela da sociedade ao atribuírem em suas promessas à indiferença social nos mínimos discursos. A saúde social é algo que atinge em altos patamares os cidadãos que são marginalizados. Não somente as classes médias altas ou médias, chamadas também de minoria, necessitam de segurança pública. O cidadão da periferia não é o que oferece riscos para a população, mas é o que se esbarra na indiferença, na falta de dignidade e no preconceito que ultrapassa os limites da desigualdade social.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Paradigmas de um profissional

Não são poucos os questionamentos que giram em torno da profissão “jornalista”. Não bastasse outras polêmicas a última foi a suspensão da obrigatoriedade do diploma, fato acontecido em meados de 2009, deferido pelo então ministro das telecomunicações Gilmar Mendes. Mesmo antes da decisão oficial, por muitos anos a polêmica se arrolou, e dividiu opiniões de profissionais, tanto na área de comunicação quanto na área acadêmica. Mas o foco aqui não é colocar minha opinião sobre a obrigatoriedade do diploma. Como jornalista, se assim já posso me considerar, entendo que a polêmica terá vida longa.

Mas existem outros pontos discutíveis, que tornam, a meu ver, o jornalismo uma das profissões mais intrigantes dentre todas as outras. É esse o ponto que pretendo desenvolver. Fruto do trabalho de um jornalista existe a reportagem, que segundo os grandes teóricos, deve ser clara, direta e objetiva. Eis o primeiro impasse. Cabe ao jornalista relatar os fatos com fidelidade, ética e acima de tudo manter um compromisso com o interesse publico. A princípio parece fácil a tarefa. Definitivamente não é nada simples.

Um dos primeiros impasses é encontrado no próprio profissional. Antes de existir o jornalista, existe o homem, o cidadão, o pai de família, o eleitor, que possui suas próprias convicções, ideologias, crenças valores, enfim não há um profissional puramente racional. Quando se fala em objetividade, por exemplo, o contraponto se encontra no fato de que jornalista fala de pessoas, objetivo está ligado a objetos. Parece complicado, e realmente o é. Pessoas normalmente remetem ao subjetivo, ligado ao sujeito, emocional ou racional, mas acima de tudo provido de sentimentos que os tornam atores sociais de um contexto ininterrupto.

Ideologias também pertencem aos meios de comunicação de massa, detentores da informação, ou do controle dela. Portanto, para ser ético, o jornalista precisa se desvincular de suas próprias concepções, valores e crenças? Para ser objetivo o jornalista precisaria desacreditar do contexto social que ajuda na sua própria formação? Parece que não tem fim tantos questionamentos em torno de uma profissão como a do jornalista. No entanto, algo pode em partes resolver a princípio, a polêmica. Para ser profissional é preciso acima de tudo dignidade.

Para falar de pessoas é preciso ser uma delas, mas contar história é preciso ser parte de uma. Ser jornalista é carregar no sangue e na filosofia a responsabilidade social. Responsabilidade que também pertence políticos, médicos, enfim ao ser humano. Escolher ser jornalista é escolher ser parte de uma construção social que por mais complicada que possa parecer, permite construir todos os dias uma nova história. Histórias, normalmente, não se contam sem emoção sem o sujeito que pode até ser objetivo, mas jamais deixará de ser um ator de uma sociedade e seus dilemas.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Maior abandonado, um problema de todos

A rotina diária de centenas de pessoas pelas ruas de Belo Horizonte faz com que, muitas vezes, as cenas mais comuns escapem aos olhos destes transeuntes. Mas mesmo que não haja olhares para os fatos, eles existem, e são problemas que envolvem a saúde social. Às vezes é preciso olhar com mais atenção em nossa volta e perceber que existe um mundo a parte, marginalizado, e que dele pessoas fazem parte.

Meu olhar se voltou para este assunto pela seguinte situação: semana passada, saí pelo centro de Belo Horizonte procurando menores abandonados para realizar um trabalho contra- hegemônico, com o objetivo de mostrar outros tipos de violência contra crianças e adolescentes. Estes não foram encontrados em grande quantidade, ao contrário, pouco se viu menores pelas ruas da capital como antes se via. Onde estão estas crianças afinal? Até hoje não descobri, mas me deparei com outros abandonos, homens e mulheres, com média de idade de aproximadamente 35 anos. Nessas horas você para e pensa, qual é a realidade dessas pessoas? De que é a responsabilidade afinal?

A que se pode atribuir tamanha indiferença? O fato é que de acordo com as estatísticas, no futuro, a população idosa será maior do que a jovem, mas não se pode permitir que sejam maiores abandonados. De acordo com um cadastramento realizado Polícia Militar em 2007, o número de moradores de rua na capital era de aproximadamente 1,1 mil. Hoje estatísticas apontam um crescimento para 1.2 mil pessoas. Um fato curioso é na capital hoje existem aproximadamente 800 vagas em abrigos públicos, no entanto, estas pessoas muitas vezes resistem este acolhimento. Mas quais são os possíveis motivos que levam uma pessoa se tornar moradora de rua?

De acordo com pesquisas vícios com bebidas alcoólicas, drogas em geral brigas familiares, depressão e a indiferença social, são os principais fatores que levam pessoas para as ruas e marquises das grandes cidades. Se pararmos para pensar em época de eleição, pouco se vê em projetos governamentais, que traga uma proposta capaz de reverter esta situação. Ao andamos pelas ruas nos deparamos cada vez mais com essas cenas, é um problema social de todos. A saúde da sociedade vai mal, pois a pior indiferença não aquela que ignora um fato, mas sim a que ignora a própria concepção de sua existência.

sábado, 15 de janeiro de 2011

E por falar em cultura popular... folclore um dia será

Os valores da modernidade vêm transformando, de forma às vezes imperceptível, e fazendo uma releitura do tradicional, do que é institucionalizado como costume de um povo. A partir destas transformações surgem os fatos folclóricos, elementos resultantes da fragmentação da cultura popular. Mas até que ponto um costume, um valor pode ser considerado cultura popular ou fato folclórico no imaginário coletivo? A resposta se encontra no simbolismo das representações baseadas nas experiências empíricas.

Para traçar esta definição é necessário, portanto, contextualizar o conceito e sua relação social. Situá-lo no tempo e no espaço e determinar o que um elemento representará dentro de sua funcionalidade, ou dentro de um exercício de memória coletiva. Contudo os valores do passado são transformados no presente e representados no futuro. Parece confuso esta lógica, mas na verdade ela define o que é cultura popular e o que é fato folclórico.

A cultura popular é representada a partir de sua funcionalidade, por isso a necessidade de contextualizá-la. O que é cultura popular em um lugar pode ser fato folclórico em outro. O carro de boi, em uma cidade do interior de minas, Capelinha, por exemplo, possui uma funcionalidade: de transporte de colheitas, madeiras enfim, isto é cultura popular. Em Belo Horizonte este mesmo carro de boi é folclore, não dá para colocar um em plena Avenida Afonso Pena transportando algo, isto é elemento da memória coletiva.

Percebe-se que a contemporaneidade é capaz de transformar os valores da cultura popular dentro do que lhe cabe enquanto função. Por outro lado, se mantêm viva dentro do imaginário coletivo, por sua força simbólica e pela sua representação a partir do fato folclórico. A história tem esta função de tecer os contextos e estabelecer o que não pode deixar de existir, a memória de um povo. Um povo sem passado não vive o presente e não é capaz de projetar um futuro. E não se faz isto sem ter história para contar.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Sem fronteiras

É sabido e notório que ha muito a indústria cinematográfica americana é a grande senhora das telas e das mirabolantes produções espalhadas pelo mundo. O fato é que na atualidade, essa hegemonia soberana invade cada vez mais as nossas casas, ocupando o espaço, claro com a nossa permissão, que poderia ser cedido as nossas culturas locais.


Especialistas dizem por aí que tal processo é resultado da onda do momento, a chamada globalização, que estabelece a quebra de barreiras entre as nações. Mas além de abrir as fronteiras econômicas e comerciais, faz com que cada vez mais tais nações percam suas próprias identidades e absorvam em larga escala as mais variadas culturas, sobretudo a americana.


O que chamou minha atenção para abordar este assunto sob o ponto de vista da indústria cinematográfica foi justamente por perceber a evolução deste processo paralelo a cultura de massa. O paradoxo surge no ponto em que há uma hibridização entre as culturas populares e de massa, onde a primeira é absorvida e absolutamente transformada pela segunda.


A crítica pode ser entendida ao nos depararmos com produções não comerciais, que por muitas vezes são produzidas com um baixo orçamento e, no entanto não são absorvidas no mercado mundial. Ainda que conte histórias capazes de impor um olhar sobre a realidade, será essa intenção, é exatamente evitar uma crítica, ou fica a mercê do telespectador?


Já dizia o falecido diretor de cinema Richard Brooks: “As imagens vêm primeiro, e com as imagens, como a música, a primeira reação é emocional." Especialistas concordam que a extraordinária popularidade do cinema obtida com o sistema de Hollywood entre platéias do mundo todo há mais de cem anos confirma essa verdade essencial.


É nesse contexto que se volta à questão da globalização. O poder emocional das imagens é traduzido facilmente entre as diversas culturas e faz dos filmes de Hollywood um dos maiores produtos de exportação dos Estados Unidos. “O cinema não é simplesmente entretenimento, é uma espécie de montanha-russa de emoções para platéias no escuro” dizia Brooks.